"A ciência será sempre uma busca e jamais uma descoberta. É uma viagem, nunca uma chegada." - Karl Popper 

Terça-feira, 30 de Janeiro de 2007

Tubarão Cobra

O tubarão cobra vive entre os 600 e os mil metros de profundidade, alimentando-se de lulas, peixes e outros tubarões. Dado ser quase impossível a um ser humano manter-se em águas tão profundas, o animal é raramente localizado. Contudo, alguns espécimens (mortos) costumam embrulhar-se nas redes de pesca, sobretudo no Oceano Pacífico. ©Lusa

Sinto-me: Parece da época do dinossauro
Domingo, 21 de Janeiro de 2007

Nona Semana

Que tranformações ocorrem no feto ás 9 semanas:

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Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2007

Cientistas lançam programa para salvar espécies raras

A Sociedade Zoológica de Londres iniciou um programa para conservar alguns dos animais mais pitorescos da Terra. O hipopótamo pigmeu, o morcego abelha e o golfinho do rio Yangtze.

 

 

Animais em vias de extinção (Distinção Evolucionária e Ameaçados Globalmente) são o alvo da mais nova acção da Sociedade Zoológica de Londres. O esquema nasceu devido ao contínuo desprezo a que são votadas algumas destas espécies, que primam pela raridade.

Com uma lista inicial de apenas dez espécies – morcego-abelha, lóris delgado, équidna, o golfinho bicudo do rio Yangtze, hipopótamo pigmeu,  jerboa, solenodon, mico leão preto e o antílope hirola – o programa vai levar o esforço de conservação a locais remotos do globo.

«São espécies únicas», declarou à Reuters o cientista Jonathan Baillie, «se elas se perderem não haverá nada no planeta parecido com elas. Seria como se a Arte perdesse a Mona Lisa».

«As pessoas falam sobre espécies únicas como especialmente importantes para a conservação há muito tempo, mas tem sido difícil integrá-los ao planeamento de conservação», afirmou Baillie à BBC.

«Este é o primeiro programa em escala global onde pudemos fazer isso». O objectivo desta campanha é aumentar o número de cada espécie para cem animais nos próximos cinco anos.

In Sol

Publicado por Ruben às 10:25
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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2007

Desejo sexual: o segredo está nos genes

O desejo sexual é influenciado por causas genéticas e não psicológicas, como geralmente se julga, segundo um estudo de investigadores israelitas publicado pelo jornal Maariv. As primeiras conclusões do estudo sugerem que as perturbações do desejo sexual poderiam no futuro ser tratadas por meios genéticos e não pela tradicional via psicológica.
Neste trabalho, dirigido por Richard Abstein, responsável pelo departamento de Genética Humana da Universidade de Jerusalém, participaram investigadores da Universidade Hebraica de Jerusalém, do departamento de Psiquiatria da Universidade Ben Gurion de Beersheva e do Hospital Psiquiátrico Herzog.
Segundo os investigadores, citados pela Lusa, o gene que influencia a sexualidade pode ser modificado tanto para reprimir o desejo ou diminuir a actividade sexual, como para aumentar o desejo, mas não especificam as modificações em causa em ambos os casos. O estudo conclui que apenas 30 por cento das pessoas tem uma mutação genética que intensifica o apetite sexual, carecendo dela as restantes.
Extraido in scienciae
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Terça-feira, 9 de Janeiro de 2007

A super dentada...

A formiga da espécie Odontomachus bauri foi titulo de recordista mundial da dentada mais rápida pela Universidade de Berkeley. Esta formiga tem a capacidade de fechar as mandíbulas a uma velocidade superior a 200km/h. O tempo médio do ataque é de 0,13 milissegundos, ou seja, 2.300 vezes mais depressa que um piscar de olhos. A força empregue neste movimento é de tal ordem que quando aplicada contra o solo, pode oferecer uma rota de fuga, fazendo com que a formiga (que não atinje mais do que 1 cm de comprimento) seja impelida 8 cm para trás e 40 cm para o lado, afastando-a de uma fonte de perigo.

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Domingo, 7 de Janeiro de 2007

Células Estaminais

Uma célula transforma-se em duas e duas células em quatro. As células multiplicam-se e formam uma estrutura composta por muitas células, uma esfera tremeluzente de potencial humano. Há muito que os cientistas sonham em colher essas células de um jovem embrião humano para que, em condições de esterilidade, reproduzam o milagre que acontece no útero: transformar-se nos cerca de 200 tipos de células que constituem o corpo humano. Células hepáticas. Células cerebrais. Pele, ossos e nervos. O sonho é iniciar uma revolução médica que permita reparar órgãos e tecidos doentes, não por meio de dispositivos rudimentares (como as bombas de insulina e as articulações de titânio), mas com substitutos vivos, à medida do doente. É o começo de uma nova era da medicina regenerativa, um dos santos graais da biologia moderna. Contudo, as revoluções geram quase sempre grande entropia. Em Novembro de 1998, quando James Thomson, um cientista da Universidade de Wisconsin, informou ter colhido com êxito células de embriões excedentários disponíveis em clínicas de fertilidade e criado a primeira linha de células estaminais embrionárias humanas, ele e os outros cientistas desencadearam uma controvérsia inesperada. Em circunstâncias normais, uma descoberta como esta teria desencadeado uma importante linha de investigação. Porém, sucedeu o contrário, pois a descoberta foi envolvida nos meandros, por vezes turbulentos, da religião e da política. Algumas pessoas consideram os embriões como membros vulneráveis da sociedade, detentores de direitos, e acreditam que a colheita de células a partir de embriões é semelhante ao canibalismo. Chamam a atenção para um admirável mundo novo de “quintas de embriões” e “fábricas de clonagem” para o cultivo de componentes humanos. Defendem igualmente que os cientistas podem chegar aos mesmos resultados utilizando células estaminais adultas (células imaturas presentes na medula óssea e noutros órgãos dos seres humanos adultos, bem como no cordão umbilical deitado fora à nascença). Os defensores contrapõem que as células estaminais adultas, embora úteis no tratamento de algumas doenças, não provaram ainda ter capacidade para produzir todo o tipo de células geradas pelas células estaminais embrionárias. Realçam que os criopreservadores das clínicas de fertilidade estão repletos de milhares de embriões supérfluos destinados a serem destruídos. Todos esses embriões são mais pequenos do que o ponto final desta frase. Não possuem características individuais, nem traços de um sistema nervoso. Se os pais concordarem em doá-los, dizem os apoiantes, falta de ética seria não os utilizar na investigação pela cura das doenças. Poucos criticam as potencialidades terapêuticas das células estaminais embrionárias. Veja-se a doença cardíaca, principal causa de morte nos EUA. É possível induzir a diferenciação de células do músculo cardíaco a partir de células estaminais embrionárias que, mesmo em caixas de Petri, se agrupam e pulsam em uníssono assustador. Quando injectadas em ratos e porcos com doenças cardíacas, essas células produzidas em laboratório substituem as células danificadas ou mortas, diminuindo os sintomas de doença. Leia o artigo completo na revista.

Excerto in National Geographic, Julho 2005

Publicado por Ruben às 18:59
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Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2007

Explore o planeta Terra em tempo quase real

Alguma vez quis seguir fenómenos naturais em curso, tais como incêndios, inundações e erupções vulcânicas, ou simplesmente explorar o planeta na perspectiva de um satélite? A ESA criou um website, o MIRAVI, que permite aceder às imagens mais recentes captadas pelo maior satélite de Observação da Terra do mundo, o Envisat.

VER ARTIGO COMPLETO

Publicado por Ruben às 00:00
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"Só há um caminho para a ciência, aquele em que avançamos de factos mais conhecidos para os menos conhecidos; o entendimento do universal pelo intelecto baseia-se na percepção de coisas individuais pelos sentidos." William Harvey 

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